Amados, graça e paz!Descobrimos este site de estudos de Teologia on line. Caso seja de seu interesse, vai aí uma dica:
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No dia 10 de maio, tivemos uma reunião especial no escritório do IBBAS on line. Estivemos reunidos com amigos e pastores da região para um tempo de meditação na Palavra de Deus, oração e louvor pelo lançamento do nosso site com os cursos de Formação Teológica.
Estamos gratos a Deus por este novo momento na história do IBBAS (clique aqui para ler um pouco mais sobre ela). Cremos que a internet é uma ferramenta que pode ser colocada a serviço do Senhor, para formar mais obreiros e obreiras para a Sua Seara.
Queremos convidá-lo(a) a fazer parte deste projeto! Conheça melhor a nossa proposta navegando pela área aberta de nosso site. Se quiser mais informações, escreva-nos pelo email ibbas@ibbas.com.br.
Equipe IBBAS on line
quinta-feira, 28 de junho de 2007
terça-feira, 5 de junho de 2007
BASES PARA UMA TEOLOGIA
TEOLOGIA DA CRIAÇÃO - TC
Nos próximos dias estaremos tratando da Teologia da Criação numa abordagem diferenciada, porém, sempre presa à Bíblia.
No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas. Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi. Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo. E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro. E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi. Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas. E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra, para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia quarto. E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra. E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra. Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi. E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto. (GÊNESIS 1)
Nos próximos dias estaremos tratando da Teologia da Criação numa abordagem diferenciada, porém, sempre presa à Bíblia.
No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas. Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi. Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo. E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro. E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi. Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas. E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra, para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia quarto. E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra. E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra. Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi. E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto. (GÊNESIS 1)
terça-feira, 22 de maio de 2007
Sistema de Concílios
Agora, os candidatos para o Concílio Examinatório terão uma outra facilidade totalmente gratuita.
Seguindo os mesmos padrões dos cursinhos preparatórios para exames vestibulares e concursos públicos, estamos desenvolvendo um Sistema for Web que dará condições aos candidatos na preparação com:
* análises das escolas de pensamento filosófico
* coberturas de concílios
* conversão e chamada
* dicas de preparação psicológica para o "grande dia"
* doutrinas básicas
* eclesiologia
* ética
* fidelidade doutrinária
* mapeamento de tendências para formação de opinião
* modelos eclesiásticos (contextualização)
* oração, por incrível que pareça
* pesquisa em todas as Associações de Igrejas Batistas
* programa seguido pelos concílios
* realidade denominacional
* teologia prática
* testes simulados para verificação de aprendizagem
Esperamos estar ajudando a muitos candidados que não tem condições de um preparo formal por um pastor preparado e disponível, independentemente de sua localização física o candidato poderá ter acesso pela internet às diversas ferramentas que irão lhe ajudar no seu CONCÍLIO.
Que Deus nos abençoe e ajude a sempre somarmos no seu Reino.
Seguindo os mesmos padrões dos cursinhos preparatórios para exames vestibulares e concursos públicos, estamos desenvolvendo um Sistema for Web que dará condições aos candidatos na preparação com:
* análises das escolas de pensamento filosófico
* coberturas de concílios
* conversão e chamada
* dicas de preparação psicológica para o "grande dia"
* doutrinas básicas
* eclesiologia
* ética
* fidelidade doutrinária
* mapeamento de tendências para formação de opinião
* modelos eclesiásticos (contextualização)
* oração, por incrível que pareça
* pesquisa em todas as Associações de Igrejas Batistas
* programa seguido pelos concílios
* realidade denominacional
* teologia prática
* testes simulados para verificação de aprendizagem
Esperamos estar ajudando a muitos candidados que não tem condições de um preparo formal por um pastor preparado e disponível, independentemente de sua localização física o candidato poderá ter acesso pela internet às diversas ferramentas que irão lhe ajudar no seu CONCÍLIO.
Que Deus nos abençoe e ajude a sempre somarmos no seu Reino.
terça-feira, 15 de maio de 2007
SISTEMA DE CONCÍLIOS
Tenho acompanhado vários Concílios de Exame e Ordenação de Servos do Senhor para o Santo Ministério da Palavra.
Os modelos que fazem parte da nossa formação são os realizados em algumas Associações do Rio de Janeiro e em São Paulo. Ultimamente, em S. Paulo, temos seguido as orientações das condições mínimas que foram referendadas pela Ordem dos Pastores Batistas do Brasil – Seção S. Paulo, para também possibilitar o ingresso em nosso Grêmio.
Alguns autores, entre eles o Pastor Dr. Salvador Martines Soler, tem se preocupado com esta matéria, inclusive, foi tese de doutorado do Dr. Soler esta questão do Concílio de Ordenação. Em material elaborado e negociado por ele, e também fruto de um Seminário na Faculdade Teológica do ABC no passado, no qual eu tive o privilégio de secretariá-lo, foi possível catalogarmos mais subsídios para visualizar um Sistema de processos nos Concílios que são realizados.
Se for do seu interesse, vá acompanhando as publicações que estaremos fazendo e onde iremos “sistematizar a teologia” usada nos concílios examinatórios e ordenatórios com vistas a ajudar ainda mais os candidatos através de uma ferramenta gratuita e com os recursos que a internet nos faculta.
Estamos plenamente engajados em uma Teologia mais simples e mais aplicada à vida.
Um grande abraço,
Aurélio
Os modelos que fazem parte da nossa formação são os realizados em algumas Associações do Rio de Janeiro e em São Paulo. Ultimamente, em S. Paulo, temos seguido as orientações das condições mínimas que foram referendadas pela Ordem dos Pastores Batistas do Brasil – Seção S. Paulo, para também possibilitar o ingresso em nosso Grêmio.
Alguns autores, entre eles o Pastor Dr. Salvador Martines Soler, tem se preocupado com esta matéria, inclusive, foi tese de doutorado do Dr. Soler esta questão do Concílio de Ordenação. Em material elaborado e negociado por ele, e também fruto de um Seminário na Faculdade Teológica do ABC no passado, no qual eu tive o privilégio de secretariá-lo, foi possível catalogarmos mais subsídios para visualizar um Sistema de processos nos Concílios que são realizados.
Se for do seu interesse, vá acompanhando as publicações que estaremos fazendo e onde iremos “sistematizar a teologia” usada nos concílios examinatórios e ordenatórios com vistas a ajudar ainda mais os candidatos através de uma ferramenta gratuita e com os recursos que a internet nos faculta.
Estamos plenamente engajados em uma Teologia mais simples e mais aplicada à vida.
Um grande abraço,
Aurélio
Estevan F. Kirschner - Uma devocional no Evangelho de Judas
Uma devocional no Evangelho de Judas
Respostas para três perguntas fundamentais sobre um estardalhaço não justificado
29-05-2006 A edição de maio de 2006 da revista National Geographic Brasil traz uma fita de papel ao redor que diz: “Tudo sobre a descoberta que pode MUDAR O CRISTIANISMO”. A referência é ao artigo de capa da revista, sobre o Evangelho de Judas, um texto de aproximadamente 1,7 mil anos que promete, segundo os editores da revista, revolucionar tudo o que se pensou sobre o cristianismo nos últimos 2 mil anos.
A revista, no entanto, é apenas um dos veículos de divulgação dessa propalada “revolução”. Existe ainda uma página oficial na internet na qual se pode conseguir o texto completo do Evangelho de Judas em inglês e em cópia (PDF), além do documentário televisivo sobre a descoberta, aquisição e processo de tradução do texto antigo, tudo isso realizado pela National Geographic Society.
É claro que existem razões suficientes para encorajar o estudioso da Bíblia a se interessar por esse recém-publicado Evangelho de Judas. No mínimo, para verificar se, de fato, há razões fortes o bastante para justificar a afirmação de que estamos diante de algo capaz de revolucionar o cristianismo. Imagine a possibilidade de fazer a sua devocional não somente nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, mas, a partir de agora, também no de Judas! Ou, quem sabe, como parece sugerir a divulgação da National Geographic, descobrir que os chamados evangelhos canônicos não dizem toda a verdade sobre Jesus; e que o evangelho de Judas é o único a conservar a verdade histórica sobre a “inestimável contribuição” de Judas Isacariotes para com a trama envolvendo a morte de Jesus!
Por essas e outras razões é que se faz necessário conhecer algo mais específico sobre o Evangelho de Judas. Tentaremos responder a três perguntas fundamentais: 1) o que é?; 2) para que serve?; e 3) quais são as questões que ele levanta?
O que é o Evangelho de Judas?
O total de texto identificável e traduzido do manuscrito do Evangelho de Judas é de apenas sete páginas (80% do texto completo), situadas no meio de outros três manuscritos gnósticos. É verdade, o Evangelho de Judas faz parte do repertório de textos do assim chamado gnosticismo, isto é, conjunto de doutrinas sincréticas da filosofia platônica e de aspectos do cristianismo desenvolvido no II e III séculos da Era Cristã. O texto do Evangelho de Judas, escrito por um autor desconhecido e descoberto na década de 1970, está num manuscrito em saídico, um dialeto do copta, língua usada por cristãos no Egito nos primeiros séculos da Era Cristã, mas escrito em caracteres gregos. Acreditam os tradutores que esse texto em copta (dialeto saídico) é uma cópia de um suposto original grego do Evangelho de Judas. Não há, porém, nenhuma evidência da existência de um original grego, a não ser as referências a Judas e outros escritos gnósticos feitas por Irineu de Lyon na parte final do II século (Contra heresias).
Segundo análises científicas, o manuscrito do Evangelho de Judas data do III século da Era Cristã (entre 220 d.C. e 340 d.C.), mas remete a um original mais antigo, talvez de meados do II século, uma vez que Irineu de Lyon o menciona por volta de 180 d.C. O conteúdo narra o ensino particular que Jesus teria passado a Judas Iscariotes três dias antes da crucificação. Esse ensino é classificado, no início do texto, como “secreto”, o que é confirmado logo a seguir pela cena em que Jesus convoca Judas para ouvir, em separado, a interpretação mais aprofundada de uma visão. Isso enseja que Jesus profetize a Judas o seguinte: “Sacrificarás o homem que me veste” (National Geographic Brasil, p. 53). Ou seja, Judas fará com que Jesus seja morto para, assim, livrar o espírito de Jesus do invólucro do corpo de carne que o retém.
Qualquer semelhança disso com o relato da morte de Sócrates, no qual ele diz a seus discípulos que a morte libertaria seu espírito da prisão do corpo, não terá sido mera coincidência. O gnosticismo tinha como base precisamente o mesmo dualismo vertical absoluto entre o mundo superior do espírito, tido como a única e última realidade, e o mundo inferior e perecível da matéria. Não há qualquer referência à obra de redenção do ser humano de seu pecado diante de Deus pela morte sacrificial de Jesus Cristo na cruz. Na verdade, o Evangelho de Judas termina com um relato resumido da traição de Judas, que entrega Jesus para ser morto pelas autoridades judaicas, sem, contudo, nem ao menos mencionar a cruz e a ressurreição.
Para continuar a leitura deste texto, clique AQUI
Estevan F. Kirschner é membro Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, professor de Teologia no Seminário Teológico Servo de Cristo (SP), Ph.D. em Novo Testamento pela London School of Theology, em Londres (Inglaterra) e editor de Edições Vida Nova).
FONTE: SITE DA TEOLOGIA BRASILEIRA: www.teologiabrasileira.com.br
Respostas para três perguntas fundamentais sobre um estardalhaço não justificado
29-05-2006 A edição de maio de 2006 da revista National Geographic Brasil traz uma fita de papel ao redor que diz: “Tudo sobre a descoberta que pode MUDAR O CRISTIANISMO”. A referência é ao artigo de capa da revista, sobre o Evangelho de Judas, um texto de aproximadamente 1,7 mil anos que promete, segundo os editores da revista, revolucionar tudo o que se pensou sobre o cristianismo nos últimos 2 mil anos.
A revista, no entanto, é apenas um dos veículos de divulgação dessa propalada “revolução”. Existe ainda uma página oficial na internet na qual se pode conseguir o texto completo do Evangelho de Judas em inglês e em cópia (PDF), além do documentário televisivo sobre a descoberta, aquisição e processo de tradução do texto antigo, tudo isso realizado pela National Geographic Society.
É claro que existem razões suficientes para encorajar o estudioso da Bíblia a se interessar por esse recém-publicado Evangelho de Judas. No mínimo, para verificar se, de fato, há razões fortes o bastante para justificar a afirmação de que estamos diante de algo capaz de revolucionar o cristianismo. Imagine a possibilidade de fazer a sua devocional não somente nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, mas, a partir de agora, também no de Judas! Ou, quem sabe, como parece sugerir a divulgação da National Geographic, descobrir que os chamados evangelhos canônicos não dizem toda a verdade sobre Jesus; e que o evangelho de Judas é o único a conservar a verdade histórica sobre a “inestimável contribuição” de Judas Isacariotes para com a trama envolvendo a morte de Jesus!
Por essas e outras razões é que se faz necessário conhecer algo mais específico sobre o Evangelho de Judas. Tentaremos responder a três perguntas fundamentais: 1) o que é?; 2) para que serve?; e 3) quais são as questões que ele levanta?
O que é o Evangelho de Judas?
O total de texto identificável e traduzido do manuscrito do Evangelho de Judas é de apenas sete páginas (80% do texto completo), situadas no meio de outros três manuscritos gnósticos. É verdade, o Evangelho de Judas faz parte do repertório de textos do assim chamado gnosticismo, isto é, conjunto de doutrinas sincréticas da filosofia platônica e de aspectos do cristianismo desenvolvido no II e III séculos da Era Cristã. O texto do Evangelho de Judas, escrito por um autor desconhecido e descoberto na década de 1970, está num manuscrito em saídico, um dialeto do copta, língua usada por cristãos no Egito nos primeiros séculos da Era Cristã, mas escrito em caracteres gregos. Acreditam os tradutores que esse texto em copta (dialeto saídico) é uma cópia de um suposto original grego do Evangelho de Judas. Não há, porém, nenhuma evidência da existência de um original grego, a não ser as referências a Judas e outros escritos gnósticos feitas por Irineu de Lyon na parte final do II século (Contra heresias).
Segundo análises científicas, o manuscrito do Evangelho de Judas data do III século da Era Cristã (entre 220 d.C. e 340 d.C.), mas remete a um original mais antigo, talvez de meados do II século, uma vez que Irineu de Lyon o menciona por volta de 180 d.C. O conteúdo narra o ensino particular que Jesus teria passado a Judas Iscariotes três dias antes da crucificação. Esse ensino é classificado, no início do texto, como “secreto”, o que é confirmado logo a seguir pela cena em que Jesus convoca Judas para ouvir, em separado, a interpretação mais aprofundada de uma visão. Isso enseja que Jesus profetize a Judas o seguinte: “Sacrificarás o homem que me veste” (National Geographic Brasil, p. 53). Ou seja, Judas fará com que Jesus seja morto para, assim, livrar o espírito de Jesus do invólucro do corpo de carne que o retém.
Qualquer semelhança disso com o relato da morte de Sócrates, no qual ele diz a seus discípulos que a morte libertaria seu espírito da prisão do corpo, não terá sido mera coincidência. O gnosticismo tinha como base precisamente o mesmo dualismo vertical absoluto entre o mundo superior do espírito, tido como a única e última realidade, e o mundo inferior e perecível da matéria. Não há qualquer referência à obra de redenção do ser humano de seu pecado diante de Deus pela morte sacrificial de Jesus Cristo na cruz. Na verdade, o Evangelho de Judas termina com um relato resumido da traição de Judas, que entrega Jesus para ser morto pelas autoridades judaicas, sem, contudo, nem ao menos mencionar a cruz e a ressurreição.
Para continuar a leitura deste texto, clique AQUI
Estevan F. Kirschner é membro Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, professor de Teologia no Seminário Teológico Servo de Cristo (SP), Ph.D. em Novo Testamento pela London School of Theology, em Londres (Inglaterra) e editor de Edições Vida Nova).
FONTE: SITE DA TEOLOGIA BRASILEIRA: www.teologiabrasileira.com.br
segunda-feira, 14 de maio de 2007
TEOLOGIA E VIDA
A teologia trata do conhecimento de Deus, e a única fonte fidedigna da teologia verdadeira é a revelação que Deus tem dado de si mesmo. A Criação já traz em si mesma uma revelação geral de Deus. Romanos 1.20 declara que são indesculpáveis os homens que não vêem os atributos invisíveis de Deus, Seu eterno poder e Sua natureza divina. Sabemos que tudo que existe no Universo, o sol, a lua, as estrelas, a Terra, as plantas e animais, assim como as pessoas, são evidência do poder e inteligência de Deus. A teoria da evolução, além de não ser capaz de explicar a origem de nada, tem grandes dificuldades em mostrar como um micróbio pode desenvolver complexidade e crescer para se tornar um peixe ou um mamífero. Entre os incontáveis fósseis já encontrados, ainda não foram encontrados os "elos perdidos". O fato é que nos mais avançados laboratórios do mundo nunca foi possível criar uma célula viva sem a utilização de outra célula viva.
FONTE: SITE DA EDIÇÕES VIDA NOVA
FONTE: SITE DA EDIÇÕES VIDA NOVA
5o. CONGRESSO BRASILEIRO DE TEOLOGIA VIDA NOVA
Imperdível, de 28 a 31 de agosto em Águas de Lindóia
AS NOVAS FACES DO CRISTIANISMO
Fazer Teologia... Uma frase tão simples engana os olhos e a mente de quem a vê. Tal pessoa descarta essa frase por achar que já domina o assunto só por apreender imediatamente as duas palavras. Mesmo no nível mais básico da compreensão, que é o da simples definição dos termos, vêm à tona pensamentos variados e, por vezes, conflitantes. Ao se deparar com o verbo “fazer”, saltam à mente duas possibilidades de interpretação: a) fazer como “criar, elaborar, construir” e b) fazer como “praticar, atuar, vivenciar”. Só isto já é suficiente, sem mencionar o segundo termo, Teologia, que é muito mais rico e abrangente.
Além disso, a história eclesiástica demonstra que os grandes sistemas de teologia foram forjados nesta encruzilhada de reflexão e prática, embora sempre houvesse uma ênfase maior na reflexão. A prática é sempre fruto da reflexão, a qual, por lógica, necessariamente antecede àquela. Por outro lado, a reflexão que não leva em conta o cotidiano de quem a pratica, erra por se tornar irrelevante. Pouco proveito há em oferecer respostas a perguntas quem ninguém está fazendo. E, se ninguém está fazendo as perguntas certas o resultado será um cristianismo inócuo. Este papel bidimensional da teologia, de contemplar os céus e, ao mesmo tempo, ter um olho cravado na terra, faz dela um empreendimento ímpar e basilar.
Ao longo das últimas cinco décadas, Edições Vida Nova, através do seu catálogo de livros e, mais recentemente, de seus Congressos de Teologia, vem se empenhando em apoiar o desenvolvimento de uma teologia genuinamente brasileira. Este apoio se dá, nos Congressos, ao fornecer um espaço em que idéias, novas ou revisitadas, são apresentadas e debatidas. A expectativa em torno do 5 º Congresso de Teologia Vida Nova (28 a 31 de agosto de 2.007) não é diferente. O tema escolhido, As Novas Faces do Cristianismo, tem o intuito de analisar algumas das maneiras como se “faz teologia” no Brasil de hoje. A Igreja percebe as áreas de abuso, mas nem sempre tem, a partir desta percepção, oferecido propostas maduras. Da mesma forma, diante destas novas “faces” do cristianismo a teologia de hoje se depara com alguns desafios na sua elaboração. Assim como acontece com a ética, o avanço da sociedade tecnológica e o surgimento de novas práticas e metodologias requerem uma atualização da teologia. Tal atualização não é o abandono do passado, mas uma leitura do presente a partir da palavra final das Escrituras.
Plenárias e seminários abordarão, sempre à luz das Escrituras, o multifacetado cristianismo brasileiro: igrejas históricas, fundamentalistas, evangélicas, pentecostais, carismáticas, neopentecostais; evangelhos da cruz, sucesso, bem-estar pessoal, auto-ajuda e auto-adoração; caminhos de ativismo, contemplação, meditação, separação, identificação, individualismo, conformação. Diferentes igrejas, diferentes evangelhos, diferentes caminhos. O Congresso se propõe a examinar essa diversidade e, diante da realidade existente, apresentar propostas bíblicas e relevantes para o cristianismo no contexto atual. Ed Kivitz, Lourenço S. Rega, Ricardo Agreste, Ziel Machado, Luiz Sayão, Franklin Ferreira e Ageu Lisboa serão os preletores. As devocionais serão ministradas pelo Dr Russell Shedd.
É, por isso, que a Vida Nova convida você a participar deste momento único na história do “Fazer Teologia” no Brasil.
Edições Vida Nova
AS NOVAS FACES DO CRISTIANISMO
Fazer Teologia... Uma frase tão simples engana os olhos e a mente de quem a vê. Tal pessoa descarta essa frase por achar que já domina o assunto só por apreender imediatamente as duas palavras. Mesmo no nível mais básico da compreensão, que é o da simples definição dos termos, vêm à tona pensamentos variados e, por vezes, conflitantes. Ao se deparar com o verbo “fazer”, saltam à mente duas possibilidades de interpretação: a) fazer como “criar, elaborar, construir” e b) fazer como “praticar, atuar, vivenciar”. Só isto já é suficiente, sem mencionar o segundo termo, Teologia, que é muito mais rico e abrangente.
Além disso, a história eclesiástica demonstra que os grandes sistemas de teologia foram forjados nesta encruzilhada de reflexão e prática, embora sempre houvesse uma ênfase maior na reflexão. A prática é sempre fruto da reflexão, a qual, por lógica, necessariamente antecede àquela. Por outro lado, a reflexão que não leva em conta o cotidiano de quem a pratica, erra por se tornar irrelevante. Pouco proveito há em oferecer respostas a perguntas quem ninguém está fazendo. E, se ninguém está fazendo as perguntas certas o resultado será um cristianismo inócuo. Este papel bidimensional da teologia, de contemplar os céus e, ao mesmo tempo, ter um olho cravado na terra, faz dela um empreendimento ímpar e basilar.
Ao longo das últimas cinco décadas, Edições Vida Nova, através do seu catálogo de livros e, mais recentemente, de seus Congressos de Teologia, vem se empenhando em apoiar o desenvolvimento de uma teologia genuinamente brasileira. Este apoio se dá, nos Congressos, ao fornecer um espaço em que idéias, novas ou revisitadas, são apresentadas e debatidas. A expectativa em torno do 5 º Congresso de Teologia Vida Nova (28 a 31 de agosto de 2.007) não é diferente. O tema escolhido, As Novas Faces do Cristianismo, tem o intuito de analisar algumas das maneiras como se “faz teologia” no Brasil de hoje. A Igreja percebe as áreas de abuso, mas nem sempre tem, a partir desta percepção, oferecido propostas maduras. Da mesma forma, diante destas novas “faces” do cristianismo a teologia de hoje se depara com alguns desafios na sua elaboração. Assim como acontece com a ética, o avanço da sociedade tecnológica e o surgimento de novas práticas e metodologias requerem uma atualização da teologia. Tal atualização não é o abandono do passado, mas uma leitura do presente a partir da palavra final das Escrituras.
Plenárias e seminários abordarão, sempre à luz das Escrituras, o multifacetado cristianismo brasileiro: igrejas históricas, fundamentalistas, evangélicas, pentecostais, carismáticas, neopentecostais; evangelhos da cruz, sucesso, bem-estar pessoal, auto-ajuda e auto-adoração; caminhos de ativismo, contemplação, meditação, separação, identificação, individualismo, conformação. Diferentes igrejas, diferentes evangelhos, diferentes caminhos. O Congresso se propõe a examinar essa diversidade e, diante da realidade existente, apresentar propostas bíblicas e relevantes para o cristianismo no contexto atual. Ed Kivitz, Lourenço S. Rega, Ricardo Agreste, Ziel Machado, Luiz Sayão, Franklin Ferreira e Ageu Lisboa serão os preletores. As devocionais serão ministradas pelo Dr Russell Shedd.
É, por isso, que a Vida Nova convida você a participar deste momento único na história do “Fazer Teologia” no Brasil.
Edições Vida Nova
quinta-feira, 10 de maio de 2007
I Simpósio de Teologia - FATERJ
I Simpósio de Teologia – A presença do Pensamento Batista na Reflexão Teológica Brasileira
A FATERJ (Faculdade de Teologia do Rio de Janeiro) realizará nas dependências da PIB em Vila da Penha, de 24 a 26 de maio, o Simpósio que terá como conferencista o Pr. Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira – professor da Universidade Federal do Pará, ex-reitor do STBNB, Doutor em História; e outros palestrantes: Ms Alessandro Rodrigues Rocha; Ms Manoel Moraes; Ms. Elcio Sant´anna, Clemir Fernandes e Ricardo Luiz Freitas. Inscrições e informações: 21 3757-9906 / 21 2662-7917.
FONTE: Portal da Convenção Batista Brasileira
A FATERJ (Faculdade de Teologia do Rio de Janeiro) realizará nas dependências da PIB em Vila da Penha, de 24 a 26 de maio, o Simpósio que terá como conferencista o Pr. Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira – professor da Universidade Federal do Pará, ex-reitor do STBNB, Doutor em História; e outros palestrantes: Ms Alessandro Rodrigues Rocha; Ms Manoel Moraes; Ms. Elcio Sant´anna, Clemir Fernandes e Ricardo Luiz Freitas. Inscrições e informações: 21 3757-9906 / 21 2662-7917.
FONTE: Portal da Convenção Batista Brasileira
BASES PARA UMA TEOLOGIA
Estaremos abordando inicialmente uma Teologia sob alguns aspectos diferentes da nossa tradicional e basica: TEOLOGIA SISTEMATICA.
Voce esta convidado a ver semanalmente uma atualizacao desta abordagem. Enquanto isto, sempre de uma olhada nas publicacoes de outros autores consagrados e que Deus os abencoe.
Veja:
Voce esta convidado a ver semanalmente uma atualizacao desta abordagem. Enquanto isto, sempre de uma olhada nas publicacoes de outros autores consagrados e que Deus os abencoe.
Veja:
- DEUS CRIA O HOMEM COM UM PROPOSITO - TEOLOGIA DA CRIACAO (TC)
- DEUS ESTABELECE UMA DIVISAO ENTRE OS POVOS - TEOLOGIA DOS POVOS (TP)
- DEUS SALVA O HOMEM - TEOLOGIA DA SALVACAO (TS)
- DEUS AJUDA O HOMEM - TEOLOGIA DA AJUDA (TA)
- DEUS PROVIDENCIA UM CANAL DE CONTINUIDADE DA SALVACAO - TEOLOGIA DA IGREJA (TI)
- DEUS PROMETE UM JULGAMENTO FINAL - TEOLOGIA DO FIM (TF)
- DEUS PROMETE UMA NOVA RELACAO COM O HOMEM - TEOLOGIA DE RELACAO (TR)
Se voce tiver vontade de estudar sob esta abordagem, vamos juntos.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
JOÃO 3.16
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
........Este e um dos milagres de Deus para nos.........
........Este e um dos milagres de Deus para nos.........
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